Particularmente, não sou grande fã de live footage, mas como estava entediada, depositei alguma fé nesse filme, e bem... Vamos lá. No começo, ele começa a matar de maneiras mais pacíficas como envenenar a água, atropelamento e tals, até ficar bem mais violento, tudo por alguns números de visualizações. Mas o ponto importante aqui é a crítica à onda de influenciadores de internet, a validação social online e a produção de conteúdo vazio. No começo do filme, o passado de Kurt é apresentado por meio de seus vídeos antigos em que ele conversa com a câmera e mostra sua rotina dando pistas que ele é um psicopata, já que ele não reage a algumas situações de maneiras comuns, mas isso é bem sutil e você pode considerá-lo até um cara legal e afável no começo do filme, até tudo tomar uma proporção gigante envolvendo a polícia, uma sub-celebridade de internet e sua família.
Enfim, é um filme que quem gosta de found footage pode curtir pra caramba, e o Joe Keery simplesmente detona na atuação. Eu particularmente, esperava um pouco mais além do que uma crítica a internet atual mas é um filme digno de ser assistido. Acho de algum valor citar que recentemente no Grupo Traças do Cerrado, que é um clube do livro/do filme, heheh, que recentemente vimos um found footage parecido em sua realização, como uma câmera dentro de um carro, que nesse caso é um taxi e que também traz consigo uma crítica forte sobre o cinema, política e a sociedade irãniana. O nome desse documentário é Taxi Teerã (2015) e pode interessar alguns leitores desse pequeno canal de opiniões.

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